Assim que pensar em fazer uma viagem internacional, Rafael Libman recomenda que, após o passaporte e o visto em mãos, o mais importante na sequência são as passagens. Por isso, separamos algumas dicas para descomplicar sua futura viagem pós pandemia. 

  • Qual a melhor forma de pesquisar os preços das passagens?

Você pode realizar essa tarefa de duas maneiras: encontre um profissional dedicado para realizar essa pesquisa (agente de viagens) ou faça você mesmo. Se está viajando pela primeira vez ou viajando sozinho com menos de 18 anos, recomendamos que você escolha a primeira opção. O agente será responsável por encontrar o melhor voo com o menor preço e acompanhará sua reserva até a viagem. Rafael Libman diz que desta forma, evitará qualquer tipo de acidente, como mudanças não anunciadas de horários, cancelamentos de voos errados, e fornecerá a você requisitos especiais como comida vegetariana, sem glúten ou lactose, companhia especial para menores, assistência especial de embarque, como cadeiras de rodas. O agente também fornecerá os documentos necessários para a sua viagem e dicas para aproveitar ao máximo o seu destino. Esta é a forma mais segura de planejar sua viagem. Na escolha de fazer tudo sozinho, você deve primeiro procurar quais companhias aéreas voam para o destino escolhido. Algumas companhias “revendem” passagens aéreas de empresas parceiras, mas sempre prefira o “dono” do voo, porque ele costuma oferecer o melhor preço. Com a lista das companhias aéreas que voam para o seu destino em mãos, você pode optar por comprar os bilhetes no “site da agência de viagens” ou diretamente no site da companhia aérea.

  • Com que antecedência é bom comprar as passagens?

A melhor época é de 6 a 8 meses antes da viagem. Uma dica importante é sempre dar preferência às viagens fora de temporada, ou seja, fora dos feriados e férias escolares no país de origem (para passagens aéreas, as regras de baixa e alta temporada sempre seguem o local de saída do voo). O período de baixa temporada é a melhor forma de viajar, pois à medida que o tráfego diminui, as companhias aéreas tendem a estimular as vendas a preços mais baixos. Além disso, o número de turistas diminuirá e você enfrentará menos filas, menos confusão e poderá desfrutar de mais atrações e pontos turísticos.

  • É bom comprar passagens com escalas?

A única vantagem é no preço. Só compre passagens com escala/conexão caso não existam voos diretos e/ou se o preço estiver muito atrativo. É bom pensar se a diferença no preço vale o estresse de ter que mudar de aeronave e passar pela imigração, por exemplo. A desvantagem é o risco de perder o seu segundo voo e só ter outro para o destino no dia seguinte. Nesse caso, você vai ter que dormir na cidade, atrasar sua viagem e talvez perder algo que já estava planejando fazer assim que chegasse (excursão ou algum compromisso). Rafael Libman dá a dica de que é bom sempre levar isso em consideração caso compre passagens com conexão. O ideal é contar com 1 ou 2 dias de folga para não perder nenhuma atração da sua viagem caso tenha problemas no voo. 

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